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20 de março de 2019

Mogi Mirim recebe o Circuito Sesc de Artes em 31/03/2019


O roteiro cultural em Mogi Mirim inclui apresentação Internacional com o Circo Democrático da Bélgica.

Com uma programação que aborda várias linguagens artísticas, o CIRCUITO SESC DE ARTES traz para as Mogi Mirim artistas, grupos, coletivos e companhias de longas trajetórias. No dia 31 de março Mogi Mirim recebem, direto da Bélgica, a Companhia Pol & Freddy que apresenta o Circo Democrático da Bélgica, um cabaré onde, aparentemente, tudo pode acontecer: malabarismo com pratos, sapateado com botas de esqui ou um salto de quatro metros de altura em uma piscina de 30 centímetros. A música estará presente com o Quintal dos Prettos, projeto que relembra as famosas rodas de samba da década de 1980 e promete apresentar um quintal do samba em plena praça.

CIRCUITO SESC DE ARTES
 Uma caravana com 490 artistas de diversos lugares do Brasil e do mundo, divididos em 14 roteiros, se prepara para viajar pelo estado de São Paulo na 11ª edição do CIRCUITO SESC DE ARTES. Com atividades de artes visuais, circo, cinema, dança, música, teatro, literatura e tecnologias e artes, o Circuito acontece de 29 de março a 14 de abril, de sexta-feira a domingo, das 16h às 21h30 em 121 cidades, sempre com atrações gratuitas para todas as pessoas.
De atmosferas poéticas a explosões de cenas, de performances solo a grandes grupos, de trabalhos manuais à realidade virtual, o CIRCUITO SESC DE ARTES envolve 100 programações culturais em mais de mil apresentações artísticas em espaços públicos,.Realizado desde 2008, o Circuito tem como objetivo estimular a circulação e a difusão de trabalhos artísticos, inspirar diversos usos para os espaços públicos e ampliar as possibilidades de convivência.
“A importância do projeto está, sobretudo, ligada ao caráter democrático das ações, pensadas para aproximar o público das mais diversas formas de expressão da arte e de seus conteúdos. Ao levar as atividades para as praças, o CIRCUITO SESC DE ARTES cria pontes significativas entre as pessoas, os artistas e o próprio espaço”, explica Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo.

121 CIDADES EM TRÊS SEMANAS
 O Circuito é dividido em 14 roteiros que, em três semanas, percorrerão 121 cidades do interior, litoral, grande São Paulo e capital paulista que receberá atividades em 6 bairros da Zona Leste. Ao longo do dia, cada cidade receberá uma programação composta de espetáculos, intervenções, vivências e oficinas. Em todas essas ações, haverá a mediação de artistas e educadores.
Para a realização do CIRCUITO SESC DE ARTES o Sesc São Paulo conta com  parcerias importantes. De acordo com Nelson Theodoro Junior, secretario do Sincomercio, essas parcerias são importantes para que se consiga levar conteúdo artístico e cultural de várias regiões do país e do mundo para as cidades do interior. “Um evento cultural com inúmeras atividades gratuitas e abertas ao público só é possível graças à parceria com os SINCOMERCIOS a Prefeituras Municipal junto às Secretarias de Cultura e Turimo e a Secretaria de Esportes e a Paroquia de Santana”.
Em Mogi Mirim acontece no dia 31 de março, domingo, na Praça Dr. Jorge França Camargo – Jardim Primavera, enfrente aa Igreja de Santana.

PROGRAMAÇÃO

Música – DJ EVELYN CRISTINA
Durante todo o dia a DJ Evelyn agita o público. Residente de festas consagradas da capital paulista, a DJ também é pesquisadora musical e produtora de trilhas para vídeos e espetáculos. Seu repertório passeia por ritmos do samba rock à eletrobossa, passando pelo maracatu, afrobeat e pela música negra dos séculos 20 e 21. Ela também é DJ residente do Coletivo Ilú Oba de Min, grupo feminino de percussão afro-brasileira.

Cinema – CINECONCERTO: A PANTERA COR-DE-ROSA
Com Lise + Barulhista. A sessão resgata o início do cinema, quando os filmes mudos eram acompanhados por músicos que executavam a trilha ao vivo. A Pantera Cor-de-Rosa surgiu na introdução do filme de 1964, mas acabou ganhando uma série de animação que fez sucesso no mundo todo. Os músicos seguem os movimentos do felino rosa e brincam com o conhecido tema da personagem.

Música – QUINTAL DOS PRETTOS
Com Dupla Prettos Magnu Sousá e Maurílio de Oliveira  e Margareth Valentim. O projeto relembra as famosas rodas de samba da década de 1980, quando surgiram nomes como Fundo de Quintal, Leci Brandão, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Almir Guineto e Jovelina Pérola Negra. Com um grupo de 10 músicos, o público vai acompanhar composições conhecidas com um quintal de samba em plena praça.

Dança – TRAMAR – ENTRE TRANÇADOS DE SONS E GESTOS
Com Coletivo TraMar. A brincadeira indígena “Ketinho Mitselü” é a origem do que conhecemos como “cama de gato” e também o que inspira o grupo no espetáculo que mistura dança, música e artes visuais. Os artistas usam a arquitetura e os elementos da praça para a instalação, em que os fios criam o percurso dos movimentos para interagir corpo e espaço. Depois da apresentação, a instalação fica aberta para o público se aventurar entre os fios.

 Artes Visuais – OFICINA DE FANZINES E LAMBE-LAMBES
Com Fala Cidade. A partir de jogos de palavras e brincadeiras poéticas, os participantes vão produzir seus próprios fanzines e lambe-lambes com poemas e ilustrações criados por eles mesmos. A proposta é reunir técnicas de artes plásticas e poesia em uma espécie de sarau criativo e colaborativo, para que cada grupo de participantes explore as potencialidades dessas mídias populares e alternativas.

Tecnologias e Artes – CÂMERA FOTOGRÁFICA GIGANTE
Com Cidade Invertida. Os participantes vão entrar em uma câmera para conhecer o processo fotográfico por dentro, descondicionando o olhar no cotidiano, ao observar a formação da imagem invertida em uma câmera tradicional, e propor novas maneiras de perceber e registrar imagens estáticas e em movimento.

Circo – CIRCO DEMOCRÁTICO DA BÉLGICA
Com Companhia Pol & Freddy. A companhia belga apresenta um cabaré onde, aparentemente, tudo pode acontecer: malabarismo com pratos, sapateado com botas de esqui ou um salto de quatro metros de altura em uma piscina de 30 centímetros. O público interage democraticamente, ao votar para decidir a forma e o conteúdo da apresentação, ao mesmo tempo em que os artistas exploram, com bom humor, certas tendências ditatoriais da minoria.

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